avenidasetedesetembro

Os cinco bairros com o metro quadrado mais caro de Curitiba

Localização, oferta e padrão dos imóveis elevam, e muito, o preço dos apartamentos novos na capital. O Batel lidera o ranking.

A localização do empreendimento é apontada pelos especialistas como um dos principais fatores que pesam sobre o valor de um imóvel. No caso dos apartamentos novos, itens como o padrão do projeto e a oferta de unidades também ajudam a elevar o preço do metro quadrado em bairros como o Batel – mais caro de Curitiba – para índices bastante superiores à média praticada na capital.

Em março de 2015, o valor do metro quadrado novo privativo neste que é um dos bairros mais cobiçados da capital custava R$ 9,6 mil, 54,8% a mais do que o preço médio de R$ 6,2 mil para a cidade. Os dados são da pesquisa mensal realizada pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR).

Para Felipe Sebben, gerente regional da PDG em Curitiba, a relação oferta x procura é uma das justificativas para o preço mais alto. “É muito difícil de se encontrar no Batel terrenos com valores que viabilizem o empreendimento. Os produtos ofertados ali vendem bem e rápido para um público de nicho”, explica.

Com metro quadrado privativo comercializado a R$ 8,6 mil no mesmo mês, o Campina do Siqueiraestava na segunda posição entre os endereços mais caros da capital, à frente, inclusive, do vizinho Ecoville. O bairro também foi o único que conseguiu manter a valorização do preço, de 4,6%, acima da inflação de 3,83% acumulada no primeiro trimestre deste ano, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Segundo Fábio Tadeu Araújo, diretor de pesquisa de mercado da Ademi-PR, o lançamento do empreendimento de luxo Mai Home no ano passado foi um dos responsáveis por puxar para cima a média de preço na região.

Veja quais são os outros endereços que compõem o ranking dos cinco bairros com metro quadrado privativo novo mais caro da capital:

15124921

O Batel é o líder entre os bairros mais caros de Curitiba com metro quadrado novo comercializado a R$9,6 mil em março.

13616778

Na segunda posição, o Campina do Siqueira tem metro quadrado privativo por R$8,6 mil.

13913867

O Ecoville (Mossunguê) é o terceiro bairro mais caro de Curitiba. Nele, o metro quadrado novo privativo custava R$7,7 mil em março.

15083709

Também conhecido por Champagnat, o Bigorrilho é o quarto bairro da lista com metro quadrado a R$7,6 mil.

RUAS DE LAZER-AM (4)

No coração do Centro Histórico, o São Francisco fecha o ranking dos bairros mais caros de Curitiba com preço do metro quadrado privativo a R$7 mil em março.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/imoveis/os-cinco-bairros-com-o-metro-quadrado-mais-caro-de-curitiba-2ffneto1kukra1mciosed6q9i

Continuar Lendo

 

condominio

Em três anos, oferta de condomínios horizontais quadruplica em Curitiba

Morar com segurança e qualidade de vida. O desejo, comum a boa parte das pessoas que buscam um imóvel para chamar de seu, tem estimulado o mercado de condomínios horizontais em Curitiba, que viu a oferta de lotes à venda mais que quadruplicar nos últimos três anos.

Em janeiro de 2012, 177 terrenos deste segmento estavam à espera de um comprador na cidade. Em abril deste ano, o total de lotes somava 732 unidades, segundo dados do Instituto Paranaense de Pesquisa e Desenvolvimento do Mercado Imobiliário e Condominial (Inpespar), entidade ligada ao Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR).

A demanda constante por este tipo de empreendimento é apontada pelos especialistas como um dos principais incentivos ao crescimento da oferta. Apesar disso, Henrique Penteado Teixeira, diretor comercial e de marketing da Paysage Empreendimentos, lembra que a oferta de lotes em condomínio ainda é muito baixa quando comparada à de apartamentos. “Mesmo com o grande volume de lançamentos verticais, Curitiba ainda é uma cidade horizontal. Somada a busca pela segurança, lazer e contato com a natureza, a cultura de morar em casas faz com que a procura por estes imóveis seja muito grande”, acrescenta.

Investimento

A opção por aliar a segurança de um condomínio fechado à liberdade de uma casa demanda empenho e disposição financeira por parte do comprador, que precisa custear não somente a compra do lote, mas também a construção da residência.

Em março de 2015, o metro quadrado dos lotes em condomínio custava R$ 784, em média, um acréscimo de 23,6% em relação a igual mês de 2014. Os apartamentos residenciais novos, em comparação, registraram valorização de 6,37% no quadrado privativo no período.

Ilso Gonçalves, diretor-geral da JBA Imóveis, explica que este valor está mais próximo do praticado em lotes maiores, na faixa dos 600 m² e 700 m², que puxam a média para baixo. Neles, o alto valor total do terreno tende a fazer com que o preço do metro quadrado seja mais baixo. “Em terrenos menores, a valorização costuma ser maior. Nossos lotes têm entre 200 m² e 300 m² de área privativa, na média, com valor de R$ 1,1 mil para o metro quadrado total”, acrescenta.

A presença de grandes áreas em comparação a outras regiões da cidade faz com que Santa Felicidade e Campo Comprido concentrem quase dois terços do total de terrenos à venda em Curitiba. As áreas médias dos lotes nestes bairros, que giram em torno dos 850 m², também estão entre as maiores da capital e só perdem para as comercializadas no Butiatuvinha e no Orleans, onde os espaços chegam aos 950 m².

“Estes são dois bairros que estão crescendo muito na oferta de condomínios”, afirma Sidney Axelrud, diretor do Secovi-PR. Segundo ele, a proximidade ao Parque Barigui e ao contorno norte faz do Orleans a “bola da vez” no que se refere a novos lançamentos, o que deve fazer com que o gráfico mude sensivelmente nos próximos anos.

condominiios

Falta de terreno leva condomínios para a Região Metropolitana

A escassez de grandes áreas disponíveis para a implantação de condomínios horizontais é um dos principais limitadores para o avanço do segmento em Curitiba. Neste cenário, os municípios da Região Metropolitana (RMC) entraram na mira das incorporadoras e despontam como o principal destino para a expansão do segmento. Sidney Axelrud, diretor do Secovi-PR, projeta que entre 30% e 40% dos condomínios ofertados na Grande Curitiba estão localizados nos municípios vizinhos à capital.

“Dentro de Curitiba, os produtos diminuem de tamanho ou têm preços mais altos para equilibrar a equação oferta x demanda. A migração começou em passos mais lentos, mas já é uma realidade”, analisa Leonardo Massignan Benato, diretor da Casteval Construção e Incorporação. A empresa ainda tem lotes à venda na capital, mas já projeta novos lançamentos na RMC.

Outra incorporadora que está de olho no potencial da Região Metropolitana é a Paysage Empreendimentos. Henrique Penteado Teixeira, diretor comercial e de marketing, conta que a empresa já entregou três condomínios em Pinhais, lançou – em 2014 – o Paysage Di Piero, em Campo Largo, e tem projetos em desenvolvimento para as regiões de São José dos Pinhais, Colombo e Almirante Tamandaré. “Os produtos da Região Metropolitana estão cada vez mais equipados, tanto no quesito segurança como nos que se referem aos itens de lazer, o que facilita o dia a dia das famílias”, acrescenta.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/imoveis/em-tres-anos-oferta-de-condominios-horizontais-quadruplica-em-curitiba-20lxjba1z7jmm30too8rhdlec

Continuar Lendo

 

12493635-U10988064167bBD-U10993883122GtD-552x272@GP-Jornal-CAPITAL

Crédito menor preocupa mercado de usados

Redução do teto do financiamento da Caixa para imóveis usados deixou o mercado apreensivo. Especialistas acreditam que pode haver migração das vendas para unidades novas.

A partir desta segunda-feira (4), quem financiar um imóvel usado na Caixa Econômica Federal (CEF) terá que desembolsar um valor maior de entrada para garantir a contratação do crédito. Nesta data, passam a valer os novos tetos anunciados pelo banco para os financiamentos que utilizam recursos da caderneta de poupança. Especialistas do setor acompanham com atenção a medida, mas dizem que ainda é cedo para analisar seus impactos sobre o mercado de usados, principalmente porque os demais bancos continuam oferecendo o crédito sem alteração de suas regras, embora a Caixa concentre cerca de 70% do financiamento imobiliário do país.

Nova regra

Nas operações do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), o limite de financiamento vai passar de 80% para 50%. Para imóveis do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), a redução será de 70% para 40%, pelo Sistema de Amortização Constante (SAC).

Esta é a segunda medida adotada pela Caixa em menos de um mês que afeta o crédito imobiliário. No dia 16 de abril, o banco anunciou uma alta de 0,3 ponto porcentual nas taxas de juros para os financiamentos de imóveis residenciais com recursos da poupança contratados a partir do último dia 13. Em nota, a Caixa informa que “o foco do banco este ano será o financiamento de imóveis novos, com destaque para a habitação popular – operações do Minha Casa, Minha Vida com recursos do FGTS”, que “não sofreram nenhuma alteração”.

Mercado

Para Luciano Tomazini, vice-presidente de Lançamentos e Comercialização Imobiliária do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR), a medida representa uma forma de restrição ao crédito e acende um sinal de alerta para o setor. Segundo dados do sindicato, 60% dos usados comercializados no primeiro trimestre em Curitiba utilizaram o financiamento imobiliário.

Na avaliação de Tomazini, neste momento o maior impacto é o da notícia em si, uma vez que há a possibilidade de migração da contratação do financiamento para outras entidades. “Os outros bancos continuam financiando [com as mesmas taxas]. Teoricamente, quem tem condições pode contratar o financiamento com outra entidade. Esta é uma oportunidade, mas não uma certeza”, diz.

O diretor geral da Apolar Imóveis, Daniel José Galiano, também acredita nesse movimento. Segundo ele, quem depende do financiamento pode optar pela compra de um imóvel novo em vez de um usado . “Ou o cliente terá uma poupança ou deverá migrar para o imóvel novo. Quem está vendendo vai aceitar outro imóvel ou um carro como entrada, o mercado vai continuar girando”, avalia. Na Apolar, 70% dos usados são comercializados por meio de financiamento. Destes, entre 60% e 70% são com crédito concedido pela Caixa.

Segundo Galiano, os clientes que costumavam financiar imóveis de até R$ 300 mil devem ser os mais afetados pela medida, pois costumavam utilizar o teto máximo do financiamento. Acima desse valor os contratantes já costumavam dar entradas maiores para que a prestação não ficasse alta.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/imoveis/credito-menor-preocupa-mercado-de-usados-eso0b1hkdvdh4s264izigpvb0

Continuar Lendo

 

Caixa prevê R$ 126 bi em crédito imobiliário neste ano

A Caixa espera atingir em torno de R$ 126 bilhões em crédito imobiliário neste ano. “Projetamos R$ 126 bilhões. Pode ser maior, mas nossa projeção é conservadora”, afirmou José Urbano Duarte, vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa. Segundo ele, o volume representa uma alta de 20% a 25% em relação a 2012.

Até o último dia 20, a Caixa assinou 409 mil contratos neste ano o equivalente a R$ 36,1 bilhões em financiamentos, avanço de 39% sobre o mesmo período do ano passado, quando havia contratado R$ 25,9 bilhões. Os imóveis novos responderam por 66% dos financiamentos.

A Caixa anunciou também que o Feirão de Imóveis, que acontece a partir da sexta-feira, 3, e segue até 16 de junho, deve ter aumento de 20% a 25% nos negócios em relação a 2012, quando o evento movimentou R$ 12,2 bilhões.

A nona edição do Feirão da Casa Própria passará por 13 cidades, começando por São Paulo e Fortaleza entre a próxima sexta-feira, 3, e domingo, 5. Em seguida virão Brasília, Uberlândia (MG), Curitiba, Salvador e Rio de Janeiro, entre 17 e 19 de maio; Florianópolis, Porto Alegre e Belo Horizonte, de 24 a 26 de maio; e Belém, Recife e Campinas, de 14 a 16 de junho.

A Apolar Imóveis irá participar do Feirão, que em Curitiba ocorre entre os dias 17, 18 e 19, no Marumby Expo Center, situado na Avenida Presidente Wenceslau Braz, 1046 na Vila Guaíra. A imobiliária irá ofertar mais de 4 mil opções de imóveis novos e usados.
Fonte: Imobile News

Continuar Lendo

 

Oportunidade na Apolar Lançamentos

A Apolar Lançamentos, uma das frentes da rede imobiliária paranaense Apolar Imóveis, está com 100 vagas disponíveis na sua equipe de vendas em Curitiba e Região Metropolitana.

De acordo com o diretor da Apolar Lançamentos, Daniel Galiano, os candidatos e candidatas não precisam ter experiência mas devem ter perfil comercial (dinamismo, raciocínio rápido e disposição para atender). “Também devem ter possibilidade para início imediato”, completa.

Com o mercado imobiliário em constante crescimento, as remunerações (comissões) crescem igualmente de maneira acelerada. “A média de ganhos financeiros comissionados pela Apolar Lançamentos é de R$ 4 mil por mês, isto a partir do terceiro mês de atuação”, diz Galiano. “Claro que varia muito de profissional para profissional, já que o ganho depende diretamente dos valores comercializados pelo corretor”, completa.

Os candidatos devem enviar seus currículos para rh@apolar.com.br para serem selecionados pelo departamento de Recursos Humanos da Apolar Imóveis. Caso não tenham experiência, terão até 90 dias para credenciar-se ao CRECI (Conselho Regional de Corretores de Imóveis).

 

Sobre a profissão: O corretor de imóveis (corretor imobiliário) é o
profissional que vai possibilitar às partes interessadas a efetivação do negócio. Em outras palavras, atua mediando e tornando possível o desejo do cliente de adquirir um imóvel e da empresa em comercializar. Agindo sempre de maneira ética e transparente.

 

Sobre a Apolar Imóveis: Com 42 anos de experiência, a Apolar conta com mais de 70 franquias imobiliárias no Paraná e Santa Catarina, além das conexões com São Paulo, Miami (EUA) e Paris (França). São mais de 900 colaboradores, entre corretores autônomos e funcionários. Seu portal na Internet conta com mais de 10 mil acessos únicos por dia, sendo um dos mais acessados pelos curitibanos quando o assunto é alugar, vender ou comprar. Saiba mais em www.apolar.com.br

Continuar Lendo