apolar joinville

“Participação no Feirão Caixa da Casa Própria foi positiva”, afirma franqueado de Joinville

No último final de semana (29 a 31/05), a Apolar Imóveis participou da 11ª edição do Feirão Caixa da Casa Própria, em Joinville (SC). O evento foi realizado no Expocentro Edmundo Doubrawa e reuniu grande público. A imobiliária da tartaruga foi representada pelas franquias Joinville Norte, Itapoá Centro, Itapoá Norte e Garuva.

O franqueado Sandro Borges, da Apolar Joinville, fez uma avaliação positiva do Feirão. “Foi uma experiencia muito gratificante. Particularmente, fiquei surpreso com o resultado. A nossa ação superou todas as expectativas. Conseguimos prospectar bons negócios e, para o mercado que se manifesta retraído, cada vez mais me convenço de que é o bom corretor que faz a diferença. E isso nós da Apolar sabemos que temos: uma excelente equipe, e por isso não vemos crises, vemos oportunidades. A feira veio para consagrar este nosso pensamento”, afirma.

No evento, a Apolar também contou com o suporte dos consultores de campo Thiago de Paula e Arthur Valim, e na parte de logística e produção, com o apoio de Guido Tumeo.

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mercado imobiliario

Financiamento de imóveis cai 8% no quadrimestre terminado em abril

De janeiro até abril deste ano foram financiados cerca de 154 mil imóveis no país, número 8% menor que o de igual período de 2014. A queda ocorre em meio à desaceleração da economia e à queda de R$ 29,2 bilhões em aplicações na caderneta de poupança entre janeiro e abril. Essa é a principal fonte dos recursos que os bancos destinam para a habitação. Com as altas seguidas da taxa de juros Selic, mais investimentos têm migrado para aplicações em renda fixa buscando ganhos maiores, já que o rendimento desse tipo de investimento está atrelado a ela.

 

A tendência é que o montante retirado das cadernetas de poupança continue a aumentar para R$ 50 bilhões até o final de 2015. Nesse contexto, a Caixa Econômica Federal tem criado filas de espera para atender novos pedidos de empréstimo imobiliário.

 

Em um período de 12 meses terminado em abril, a queda foi de 5,2% em relação aos 12 meses anteriores. Os dados são da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). Apesar dos números ruins do quadrimestre e do período de 12 meses, abril teve aceleração frente a março, com alta de 20,8% no número de financiamentos.

 

Na comparação com abril de 2014, a alta foi de 2%. VALORES O volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis com recursos das cadernetas de poupança caiu 2,7% em 12 meses terminados em abril de 2015 comparados com o mesmo período anterior. No total foram emprestados R$ 111,8 bilhões com recursos da caderneta.

 

Como os números da Abecip são divulgados em valores nominais, ou seja, sem descontar a inflação, a queda real teve um valor maior. No primeiro quadrimestre, R$ 33,3 bilhões foram destinados à aquisição e construção de imóveis, resultado 3,2% inferior ao do mesmo período do ano passado, sem descontar a inflação.

 

Na comparação entre abril e o mês imediatamente anterior, a concessão de empréstimos teve alta de 9% em relação a março e de 0,8% em relação ao mesmo mês de 2014.

 

Fonte: http://gestor-imobiliario.blogspot.com.br/2015/05/financiamento-de-imoveis-cai-8-no.html

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condominio

Em três anos, oferta de condomínios horizontais quadruplica em Curitiba

Morar com segurança e qualidade de vida. O desejo, comum a boa parte das pessoas que buscam um imóvel para chamar de seu, tem estimulado o mercado de condomínios horizontais em Curitiba, que viu a oferta de lotes à venda mais que quadruplicar nos últimos três anos.

Em janeiro de 2012, 177 terrenos deste segmento estavam à espera de um comprador na cidade. Em abril deste ano, o total de lotes somava 732 unidades, segundo dados do Instituto Paranaense de Pesquisa e Desenvolvimento do Mercado Imobiliário e Condominial (Inpespar), entidade ligada ao Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR).

A demanda constante por este tipo de empreendimento é apontada pelos especialistas como um dos principais incentivos ao crescimento da oferta. Apesar disso, Henrique Penteado Teixeira, diretor comercial e de marketing da Paysage Empreendimentos, lembra que a oferta de lotes em condomínio ainda é muito baixa quando comparada à de apartamentos. “Mesmo com o grande volume de lançamentos verticais, Curitiba ainda é uma cidade horizontal. Somada a busca pela segurança, lazer e contato com a natureza, a cultura de morar em casas faz com que a procura por estes imóveis seja muito grande”, acrescenta.

Investimento

A opção por aliar a segurança de um condomínio fechado à liberdade de uma casa demanda empenho e disposição financeira por parte do comprador, que precisa custear não somente a compra do lote, mas também a construção da residência.

Em março de 2015, o metro quadrado dos lotes em condomínio custava R$ 784, em média, um acréscimo de 23,6% em relação a igual mês de 2014. Os apartamentos residenciais novos, em comparação, registraram valorização de 6,37% no quadrado privativo no período.

Ilso Gonçalves, diretor-geral da JBA Imóveis, explica que este valor está mais próximo do praticado em lotes maiores, na faixa dos 600 m² e 700 m², que puxam a média para baixo. Neles, o alto valor total do terreno tende a fazer com que o preço do metro quadrado seja mais baixo. “Em terrenos menores, a valorização costuma ser maior. Nossos lotes têm entre 200 m² e 300 m² de área privativa, na média, com valor de R$ 1,1 mil para o metro quadrado total”, acrescenta.

A presença de grandes áreas em comparação a outras regiões da cidade faz com que Santa Felicidade e Campo Comprido concentrem quase dois terços do total de terrenos à venda em Curitiba. As áreas médias dos lotes nestes bairros, que giram em torno dos 850 m², também estão entre as maiores da capital e só perdem para as comercializadas no Butiatuvinha e no Orleans, onde os espaços chegam aos 950 m².

“Estes são dois bairros que estão crescendo muito na oferta de condomínios”, afirma Sidney Axelrud, diretor do Secovi-PR. Segundo ele, a proximidade ao Parque Barigui e ao contorno norte faz do Orleans a “bola da vez” no que se refere a novos lançamentos, o que deve fazer com que o gráfico mude sensivelmente nos próximos anos.

condominiios

Falta de terreno leva condomínios para a Região Metropolitana

A escassez de grandes áreas disponíveis para a implantação de condomínios horizontais é um dos principais limitadores para o avanço do segmento em Curitiba. Neste cenário, os municípios da Região Metropolitana (RMC) entraram na mira das incorporadoras e despontam como o principal destino para a expansão do segmento. Sidney Axelrud, diretor do Secovi-PR, projeta que entre 30% e 40% dos condomínios ofertados na Grande Curitiba estão localizados nos municípios vizinhos à capital.

“Dentro de Curitiba, os produtos diminuem de tamanho ou têm preços mais altos para equilibrar a equação oferta x demanda. A migração começou em passos mais lentos, mas já é uma realidade”, analisa Leonardo Massignan Benato, diretor da Casteval Construção e Incorporação. A empresa ainda tem lotes à venda na capital, mas já projeta novos lançamentos na RMC.

Outra incorporadora que está de olho no potencial da Região Metropolitana é a Paysage Empreendimentos. Henrique Penteado Teixeira, diretor comercial e de marketing, conta que a empresa já entregou três condomínios em Pinhais, lançou – em 2014 – o Paysage Di Piero, em Campo Largo, e tem projetos em desenvolvimento para as regiões de São José dos Pinhais, Colombo e Almirante Tamandaré. “Os produtos da Região Metropolitana estão cada vez mais equipados, tanto no quesito segurança como nos que se referem aos itens de lazer, o que facilita o dia a dia das famílias”, acrescenta.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/imoveis/em-tres-anos-oferta-de-condominios-horizontais-quadruplica-em-curitiba-20lxjba1z7jmm30too8rhdlec

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Crédito menor preocupa mercado de usados

Redução do teto do financiamento da Caixa para imóveis usados deixou o mercado apreensivo. Especialistas acreditam que pode haver migração das vendas para unidades novas.

A partir desta segunda-feira (4), quem financiar um imóvel usado na Caixa Econômica Federal (CEF) terá que desembolsar um valor maior de entrada para garantir a contratação do crédito. Nesta data, passam a valer os novos tetos anunciados pelo banco para os financiamentos que utilizam recursos da caderneta de poupança. Especialistas do setor acompanham com atenção a medida, mas dizem que ainda é cedo para analisar seus impactos sobre o mercado de usados, principalmente porque os demais bancos continuam oferecendo o crédito sem alteração de suas regras, embora a Caixa concentre cerca de 70% do financiamento imobiliário do país.

Nova regra

Nas operações do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), o limite de financiamento vai passar de 80% para 50%. Para imóveis do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), a redução será de 70% para 40%, pelo Sistema de Amortização Constante (SAC).

Esta é a segunda medida adotada pela Caixa em menos de um mês que afeta o crédito imobiliário. No dia 16 de abril, o banco anunciou uma alta de 0,3 ponto porcentual nas taxas de juros para os financiamentos de imóveis residenciais com recursos da poupança contratados a partir do último dia 13. Em nota, a Caixa informa que “o foco do banco este ano será o financiamento de imóveis novos, com destaque para a habitação popular – operações do Minha Casa, Minha Vida com recursos do FGTS”, que “não sofreram nenhuma alteração”.

Mercado

Para Luciano Tomazini, vice-presidente de Lançamentos e Comercialização Imobiliária do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR), a medida representa uma forma de restrição ao crédito e acende um sinal de alerta para o setor. Segundo dados do sindicato, 60% dos usados comercializados no primeiro trimestre em Curitiba utilizaram o financiamento imobiliário.

Na avaliação de Tomazini, neste momento o maior impacto é o da notícia em si, uma vez que há a possibilidade de migração da contratação do financiamento para outras entidades. “Os outros bancos continuam financiando [com as mesmas taxas]. Teoricamente, quem tem condições pode contratar o financiamento com outra entidade. Esta é uma oportunidade, mas não uma certeza”, diz.

O diretor geral da Apolar Imóveis, Daniel José Galiano, também acredita nesse movimento. Segundo ele, quem depende do financiamento pode optar pela compra de um imóvel novo em vez de um usado . “Ou o cliente terá uma poupança ou deverá migrar para o imóvel novo. Quem está vendendo vai aceitar outro imóvel ou um carro como entrada, o mercado vai continuar girando”, avalia. Na Apolar, 70% dos usados são comercializados por meio de financiamento. Destes, entre 60% e 70% são com crédito concedido pela Caixa.

Segundo Galiano, os clientes que costumavam financiar imóveis de até R$ 300 mil devem ser os mais afetados pela medida, pois costumavam utilizar o teto máximo do financiamento. Acima desse valor os contratantes já costumavam dar entradas maiores para que a prestação não ficasse alta.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/imoveis/credito-menor-preocupa-mercado-de-usados-eso0b1hkdvdh4s264izigpvb0

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Investidores ainda apostam na valorização de imóveis para revenda

A expectativa de valorização dos imóveis ainda motiva 70% dos investidores do setor, que compram com o objetivo de revenda. O restante, 30%, quer alugar.
Os dados são da Datastore, empresa de pesquisa de mercado com foco no setor imobiliário. O estudo, apresentado no Brasil GRI, é resultado da compilação das preferências de 75 mil consumidores em 400 localidades do País desde meados de 2010. São entrevistadas somente pessoas que declaram intenção de comprar um imóvel nos próximos 24 meses.

Na média brasileira, 60% dos compradores de imóveis têm o perfil morador e 40% é investidor. Com o recorte de uma faixa de renda menor – de três a seis salários mínimos – o perfil morador sobe para 75%.

Segundo Marcus Araujo, presidente da Datastore, a média de valorização dos imóveis no Brasil nos últimos anos foi de 55%, mas esse ritmo deve diminuir.

Comprar um imóvel na planta não é problema para a maioria: 98% aceitam a condição, pois acreditam na economia de dinheiro e têm a possibilidade de escolher as melhores unidades. Além disso, apostam na valorização do imóvel para revenda posterior.

Quantos dormitórios?
Os apartamentos de três dormitórios são os preferidos em todas as faixas de renda. Nas famílias que ganham entre três e seis salários mínimos, 52% preferem um imóvel com três quartos e 48% com dois.

Para os consumidores com renda acima de seis salários, três dormitórios são a escolha de 57%, enquanto dois dormitórios, 34%. Os apartamentos com quatro dormitórios são preferidos por 8%. Um quarto: 1%.

De acordo com a pesquisa, a tendência atual para os imóveis de médio e alto padrão, com o encolhimento do número de pessoas nas famílias, é de que espaço do quarto dormitório seja transformado em uma terceira sala, que abrigue espaço para eletrônicos, como videogames, TV e computador. De acordo com Araujo, os lançamentos imobiliários já estão incorporando essa tendência.

Vaga na garagem

Com renda acima de R$ 6 mil, os consumidores que preferem apartamentos de dois dormitórios também querem duas garagens.

Segundo a Datastore, no entanto, com o preço médio de R$ 25 mil por uma segunda garagem, muitos compradores desistem e optam por empreendimentos com uma vaga, mesmo que depois tenham custos para manter um seguro mais caro para o segundo automóvel ou gastem com o aluguel de uma garagem.

Já para os que preferem três dormitórios, as duas garagens são pedido obrigatório, além de que o prédio tenha vagas para visitantes. Três salas e varanda gourmet com ligação direta com a cozinha do apartamento também fazem sucesso. “O lazer está migrando para dentro da residência”, diz Araujo.

Localização

Na faixa de renda mais baixa – de três a seis salários mínimos – 90% aceitam morar longe do centro da cidade. Mas quando a renda aumenta (acima de seis salários), esse número cai para 50%, com a exigência de que as comunidades planejadas ofertem comércios e serviços, como escola, além de segurança e facilidade de vias de acesso.

Fonte: Estadão

 

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