CAIXA destinará R$ 7 bilhões em recursos do FGTS para financiar a casa própria

A CAIXA ampliará em R$ 7 bilhões a oferta de crédito imobiliário pela linha Pró-Cotista. Exclusiva para trabalhadores com conta vinculada ao FGTS, a linha oferece empréstimos com taxas de juros menores do que as de mercado para a compra de imóvel novo ou usado.

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Banco Do Brasil financia até 90% do imóvel pelo FGTS com juros de 9%

O Banco do Brasil oferece a partir dessa semana a nova linha de crédito de imóvel pelo FGTS para financiamento imobiliário.

Chamada de Pró-Cotista, a linha terá R$ 1 bilhão para os clientes do banco financiarem imóveis de até R$ 400 mil.

O BB financiará até 90% do valor do imóvel, pelo prazo máximo de 360 meses (30 anos) e juros de 9% ao ano.

As novas condições de financiamento, definidas em maio pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), determinam que os interessados em contratar a linha devem ter conta ativa no FGTS, ou seja, estarem trabalhando com carteira assinada, e um mínimo de 36 contribuições, consecutivas ou não. (mais…)

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Linha mais barata financia imóveis de até R$ 400 mil

O pacote de incentivo ao setor imobiliário, anunciado pelo governo no fim de maio, reabriu uma oportunidade para quem deseja financiar imóveis de até 400 mil reais, mesmo em um momento no qual o crédito ficou mais caro e escasso.

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FGTS vai injetar R$ 5 bilhões na compra da casa própria

O Conselho Curador do FGTS aumentou em R$ 4,9 bilhões uma linha de financiamento para a compra da casa própria por trabalhadores que têm contas no fundo, o chamado Pró-cotista. Essa linha tem juros um pouco menores que os que são cobrados normalmente pelos bancos para financiar a casa própria.

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Além de aumentar os recursos, que eram de R$ 800 milhões/ano, o Conselho também reduziu o valor máximo do imóvel de R$ 750 mil para R$ 400 mil. Com essa medida, a expectativa é que o fundo possa suprir parte das perdas de recursos para financiar a compra de imóveis, o que vem acontecendo com a saída em massa de recurso das cadernetas de poupança. Parte dos recursos da poupança eram usados para financiar a habitação. A redução do valor teto do imóvel também vai possibilitar que mais pessoas sejam atendidas.

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Segundo o ministro do Trabalho, Manuel Dias, que preside o conselho do FGTS, com essa medida e também com a aprovação de um financiamento para o BNDES de R$ 10 bilhões, o fundo vai melhorar o rendimentos dos trabalhadores e também ajudar no desenvolvimento de projetos que geram empregos. O FGTS vai receber juros de TR mais 7% ao ano.

“Estamos investindo dinheiro dos trabalhadores em projetos rentáveis, com garantia total, e isso faz com que ampliemos os recursos para investimentos em infraestrutura. Nesse momento que o Brasil precisa retomar os investimentos para a geração de novos postos, o FGTS, que não perde nada, contribui para o desenvolvimento”, afirmou Dias.

IMÓVEIS NOVOS

Segundo Cláudio da Silva Gomes, representante da CUT no conselho, o aumento da linha de crédito do Pró-cotista vai ajudar também a manter empregos na construção civil, já que 60% dos recursos terão que ser emprestados para imóveis novos.

“O dinheiro para o BNDES também vai na linha de garantir empregos já que é para projetos de infraestrutura”, afirmou Gomes.

Uma proposta do setor da construção civil para aumentar o teto do imóvel dos beneficiários do Minha Casa, Minha Vida, hoje em R$ 190 mil, não foi analisada pelo conselho. Segundo o ministro Dias, ela poderá voltar à pauta na próxima reunião do conselho se os estudos dos comitês técnicos estiverem concluídos.

O ministro também afirmou que continuará em estudos a proposta, já aprovada no Fundo, de que trabalhadores possam aplicar de forma autônoma até 30% dos saldo de suas contas.

“Precisa alterar a lei. Estamos analisando isso com a Fazenda para fazer uma lei”, disse Dias.

 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/05/1634012-fgts-vai-injetar-r-5-bilhoes-na-compra-da-casa-propria.shtml

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Principais dúvidas sobre FGTS e financiamento

O fundo de garantia é uma boa alternativa para dar a entrada ou amortizar parte da dívida. Confira as principais regras para resgatá-lo.

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– Ter três anos de trabalho com FGTS, consecutivos ou não.

– Não ser titular de outro financiamento ativo do SFH em qualquer parte do país.

– Comprar um imóvel residencial no município onde trabalha, desde que não possua moradia própria nessa mesma cidade e região metropolitana.

– A casa deve ser financiável pelo SFH, com valor máximo de R$ 500 mil.

– Para que se use o FGTS na compra, a casa em questão não pode ter sido adquirida com FGTS há menos de três anos.

– Uma ou mais pessoas podem usar cada uma o seu FGTS para comprar um mesmo imóvel, desde que ele seja para moradia de todos.

Tire suas dúvidas

1. O que olhar no contrato de financiamento?

Ao fazer uma simulação de financiamento no site do banco ou ao ir à agência, você pode, querendo ou não, dar informações imprecisas sobre a sua renda e, assim, obter uma taxa de juros mais atraente, por exemplo. O que vale, porém, são os dados levantados pelo banco em uma checagem minuciosa que definirá as características do seu financiamento. Daí o fato de ser comum esperar por determinadas condições e depois descobrir que no contrato elas são diferentes. Por isso, preste atenção no Quadro Resumo: nele estão as condições específicas do seu financiamento.

2. O que acontece se não pago alguma prestação?

Em geral, após três meses de atraso, você recebe uma notificação do banco, e há incidência de multa sobre as prestações devidas. “Na maioria dos casos, a correção é pela TR e pela taxa de financiamento (o chamado juro remuneratório), além do juro de mora diária de 1% ao mês dividido pelos dias de atraso e uma multa de 1,5% sobre o valor da parcela”, explica Marcelo Prata.

3. Posso quitar parte da dívida antes do término do contrato?

Sim, você pode fazer isso a qualquer momento. Mas em geral precisará amortizar um mínimo de 20% do saldo devedor, percentual médio estipulado pelos bancos. E a operação vale a pena: quitando parte da dívida, você está deixando de pagar juros futuros.

4. Quando é preferível usar os investimentos para amortizar o saldo?

Se tiver uma reserva financeira aplicada, confira se o rendimento mensal dela, descontado o Imposto de Renda (IR), é maior que as taxas de juros pagas no financiamento. “Se for superior, continue com a aplicação. Mas se você possuir dinheiro na poupança, que tem correção baixa, vale a pena usá-lo para amortizar parte do crédito”, esclarece Marcelo.

 

Fonte: Abril

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