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Curitiba atinge o menor estoque de imóveis novos dos últimos 6 anos

Depois de seis anos com um estoque médio de imóveis residenciais novos em 11 mil unidades (com picos de até 12 mil unidades no mês), Curitiba chegou ao montante de apenas 7.814 apartamentos disponíveis para a venda em novembro do ano passado. Os dados da pesquisa da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), em parceria com a Brain Bureau de Inteligência Corporativa, indicam que o volume de imóveis novos disponíveis para a venda na cidade, em relação à oferta, chegou a 23,4%, contra um índice médio de 30% registrado nos anos anteriores.

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Mais dinheiro para comprar imóveis

Imóvel novo continua sendo o sonho de muita gente. Mas é no segmento de imóveis usados (também conhecido como mercado secundário ou de terceiros) que a ampla maioria das pessoas realiza o sonho da casa própria.

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Saques de contas inativas do FGTS devem injetar até R$ 30 bilhões na economia

Os saques de recursos mantidos nas contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) devem injetar até R$ 30 bilhões na economia em 2017. A previsão é do conselho curador do FGTS e foi divulgada no último dia 4 pelo Ministério do Trabalho.

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Corte nos juros é positivo, mas ainda insuficiente para o mercado imobiliário, diz presidente do Secovi

A redução de 0,75% da taxa Selic, de 13,75% para 13% ao ano, apesar de extremamente positiva para o País, não altera as condições atuais de produção imobiliária, que está desaquecida há dois anos consecutivos. “É muito positivo esse corte na taxa de juros, porque reafirma a preocupação do Banco Central em reativar a economia e estimular a geração de empregos. Mas, particularmente para o mercado imobiliário, a medida é insuficiente”, avalia o presidente do Secovi-SP, Flavio Amary.

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Mercado imobiliário vive momento de transição

As novas regras do financiamento habitacional divulgadas pela Caixa Econômica Federal e a melhora das perspectivas econômicas prometem dar um novo fôlego para o mercado imobiliário. Até 2013, o setor viveu tempos áureos. Acompanhando a crescente da economia, a liberação do crédito e a expansão da demanda, o mercado chegou ao auge. Em seguida, com as incertezas políticas e a desaceleração da economia, houve uma queda. “Com juros altos e crédito mais escasso, a velocidade de vendas tendeu a queda. Agora o cenário é outro e a tendência é que o mercado retome seu ciclo de crescimento, com perspectivas de queda acentuada na taxa Selic em 2017, somada à redução dos estoques, sobretudo por conta da queda no volume de lançamentos”, explica Henrique Penteado Teixeira, gerente comercial da Cyrela em Curitiba.

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